sábado, fevereiro 16, 2013

Os enigmáticos, misteriosos e ainda não explicados desenhos gigantes feitos em plantações


Espiral perfeita em West Kenneth Long Barrow, 9 de junho de 2008:
quem está por trás? (Fotos: APS Aerial Photography e WCCSG)
Os defensores da teoria sobre a existência de vida inteligente em outros planetas garantem que são obras de alienígenas; alguns cientistas apostam em uma complexa ação do vento e do solo; outros juram que não passam de pegadinhas armadas por agricultores mais habilidosos esteticamente.
 
Na verdade, não importa. Os célebres crop circles, ou “círculos de colheita”, continuam aparecendo aos montes pelos campos do mundo afora, sem que alguém explique de uma vez por todas como são produzidos.
 
Em busca de respostas para este incrível mistério, pesquisadores do fenômeno baseados em Wiltshire, condado no sudoeste da Inglaterra mundialmente conhecido como o epicentro global dessas enigmáticas manifestações, além de território do mítico monumento pré-histórico Stonehenge, criaram em 1995 o Wiltshire Crop Circle Study Group (WCCSG).
 
6 mil crop circles desde os anos 1980
 
Whitefield-Hil, 30 de agosto de 2010: arte no trigo
Como o próprio nome indica, trata-se de um grupo de estudos, que se apoia em três pontos de vista sobre o assunto – “físico, metafísico e espiritual” - para tentar entendê-lo melhor.
 
O WCCSG, que organiza eventos e edita o jornal bimensal The Spiral (“A Espiral”) dá como certo que os crop circles existem, estão distribuídos por todo o planeta (mais de 6 mil desde a década de 1980), são inspirados em geometria complexa, simbologia antiga e matemática avançada e podem ser codificados, entre outros preceitos.
 
O interessante site do WCCSG traz uma enxurrada de imagens dos círculos, captadas pela empresa britânica APS Aerial Photography e informações mais aprofundadas sobre o tema. Selecionei uma dezena realizada entre 2008 e 2012 apenas em lugares do condado de Wiltshire. Confiram:
 

Uma serpente de mais de 45 metros em Wilton Windmill:
senso de humor extraterreno?
Campo próximo a Hannington, a 12 de maio de 2012
"Pássaro" em Beckhampton, 3 de julho de 2010
Cubo em Winchester Hampshire, 1 de julho de 2012:
as formas dimensionais estão cada vez mais comuns nos
"crop cricles"
Quatro desenhos como este, de 2 de julho de 2009,
já apareceram no mesmo campo próximo a Stanton St. Bernard
Campo próximo a Devizes, 25 de julho de 2010
Um diamante em All Cannings, 30 de junho de 2008
Honeystreet, 26 de junho de 2011: o círculo
principal tem quase 50 metros de diâmetro
 Via Ricardo Setti, Veja


quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Vídeo: “Paperman” — o curta de animação que usa técnica inédita e concorre ao Oscar

A Disney cultiva o bom hábito - originalmente da Pixar – de incluir curtas divertidos na apresentação de seus filmes. Pois quem foi ao cinema, nas férias, assistir a Detona Ralph, foi presenteado pelo curta Paperman, tão bacana que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor curta de animação.

Paperman narra — sem diálogos e com uma trilha encantadora — uma história de amor à primeira vista, em preto-e-branco, com exceção do detalhe de um certo beijo. Dirigido por John Kahrs e Kristina Reed, utiliza a tecnologia Final Line Advection, que preserva desenhos feitos à mão com ajuda de computação gráfica – algo ainda inédito no mundo da animação.


Fonte: Ricardo Setti, Veja